domingo, 14 de junho de 2009

Copo cheio... de mágoas.

O meu copo nunca está meio vazio, ele sempre está meio cheio. Isso em relação ao meu otimismo.

Já em relação a minha paciência, há muito que ele anda cheio até demais. Como estava com ele 'até aqui de mágoas', a primeira 'desatenção foi a gota d'agua'. Agora, é esperar para ver.

sábado, 13 de junho de 2009

Hoje é dia de Santo Antonio


Santo Antonio... Santo Antonio, de-me lá um matrimônio. Mas olha, se o marido não for bom eu vou devolver. Hoje, dia do santo lembrei disso, era criança e cantava assim.

Se não acerto de primeira a colocação das lentes de contato pode apostar que só vou acertar na quinta ou sexta tentativa. É sempre assim.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Lennon


É difícil aceitar a estupidez que tirou esse ser da face da terra.
Suas músicas sempre presentes na minha vida.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

Tanto tempo...



.... e ainda lembro nitidamente daquela fatídica manhã.
Campeão, você partiu, mas no coração de quem te gostava muito você ficou para sempre.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Do Blog da Cora

Desde quando legalidade e moralidade são sinônimos?


Na entrevista que deu à Veja esta semana, Michel Temer, a excelência mor, disse que, no Congresso Nacional, há “confusão entre o que se pode fazer e o que não se pode fazer”; disse ainda que “há falhas no controle”, e que “os erros de poucos não podem contaminar a instituição”. Como contribuinte às voltas com o assalto do imposto de renda, de um lado, e, do outro, o noticiário simplesmente obsceno da política, tive que respirar fundo e contar até dez -- várias vezes -- para não ter um ataque de fúria. Não basta ter cara de pau para dizer isso; é preciso também subestimar, em altíssimo grau, a inteligência dos leitores. Prevarique, excelência, já que ninguém lhe disse que prevaricar não se pode fazer, mas, por favor, não me chame de burra!

Qualquer criança razoavelmente educada sabe, muito bem, o que pode e o que não pode fazer. Vai me dizer agora que um bando de marmanjos não sabe?! O fato de não existir regulamentação proibindo congressistas safados de levarem a família de férias às custas do contribuinte não significa, em absoluto, que qualquer congressista safado esteja automaticamente autorizado a fazê-lo. É mais do que evidente, para qualquer pessoa com um mínimo de dignidade e de boa fé, que verbas públicas não podem ser usadas para fins privados. Qual é a regra que está faltando para que a politicalha entenda isso?

Em que mundo levitam as excelências que não percebem que os seus gastos nababescos custam o suor de brasileiros que trabalham de verdade? Em que mundo vivem as excelências que acham normal que seus filhinhos mimados torrem dezenas de salários mínimos em conta de celular, só assim? Em que mundo vivem as excelências que, não contentes em alugar jatinhos às nossas custas, ainda têm a petulância de posar como partes ofendidas?! Em que mundo, afinal, se homiziam essas excelências que, pegas em flagrante, reagem afirmando que “faltam regras claras”?! Ora, o que falta, excelências, é apreço à democracia, é amor pelo país, é compaixão pelo povo que trabalha de sol a sol e não tem escola, não tem hospital, não tem nada. O que falta é vergonha na cara.
* * *
Pior do que a roubalheira interminável que assistimos, se é que pode haver algo pior, é o seu leque malsão de efeitos colaterais. Eles podem ser ouvidos em qualquer lugar, nos cabeleireiros, nos ônibus, nos botecos, nos escritórios; eles podem ser lidos nas seções de cartas de leitores e na internet, das caixas postais que rosnam com abaixo-assinados e textos indignados aos blogs e caixas de comentários do noticiário. O mais deletério à nossa auto-estima é o argumento, repetido à exaustão, de que o congresso é a cara do país, e que a canalha que lá está nos representa à perfeição.

Não é verdade. O Brasil é muito melhor do que os seus políticos. Olhem ao seu redor, na sua casa, entre os seus amigos e conhecidos: a maioria dos brasileiros é gente correta e batalhadora, ocupada em ganhar a vida. Essa maioria só sai no jornal como vítima: de assalto, atropelamento, bala perdida, burocracia, erro médico. A questão é que a política anda tão nojenta, mas tão nojenta, que causa repulsa às pessoas decentes.

Outro péssimo efeito colateral da safadeza generalizada é a idéia de que não sabemos votar, e que não fizemos direito o nosso dever nas eleições: afinal, a maioria dos políticos está na vida pública graças aos votos dos seus eleitores. O problema é que só se pode votar bem quando há opções que permitam fazê-lo. E, pelo visto, não há opções.
* * *
O efeito mais perigoso de todos, porém, é que mais e mais se ouvem pessoas a favor do fechamento do Congresso: se ainda não perceberam, conversem um pouco na rua, leiam os fóruns na internet, prestem atenção. Vocês vão ver como esse sentimento se generaliza (sem trocadilho!). Não se pode nem falar em saudades da ditadura. Muitos jovens que nem eram nascidos naqueles maus tempos não entendem para que o país precisa de um legislativo que custa tão caro, dá tão mau exemplo e só legisla em causa própria. Do jeito que as coisas vão, está cada vez mais difícil defender o Congresso e, consequentemente, a democracia.

É isso, sobretudo, que não devemos, nem podemos, perdoar a essa corja de traíras irresponsáveis. O Congresso não é a casa da mãe Joana, nem pertence aos camatas e sarneys da vida; ele pertence a todos nós, e o seu funcionamento, em plena liberdade, foi conseguido com muito sacrifício para ser, agora, tornado irrelevante em troca de seis dinheiros.
* * *
Para nós, cariocas, que tanto nos orgulhavamos de ter um parlamentar como Fernando Gabeira, e tanto nos empenhamos na sua campanha à prefeitura, fica, além de tudo, o gosto amargo da decepção. Nunca pensei, aliás, que pudesse usar essa palavra – decepção – em relação a um político, mas aí está. Continuo achando que, apesar de tudo, existe uma grande distância entre ele e a maioria dos seus pares; mas não há como negar a mancha na sua biografia, ou a dúvida entre o seu eleitorado. O que mais ele fez que apenas ainda não veio à tona? Do que mais vai se arrepender depois do flagra?


(O Globo, Segundo Caderno, 23.4.2009)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Como chove!!!

Visitando um blog querido a dona estava falando da mesa do computador dela, não conseguia mantê-la arrumada. Isso é possível? A minha sempre está punk, louca mesmo. Falar em louca... loucura... eu acho que loucura é excesso de lucidez, acho.

Não consigo arrumar a minha mesa, nem a do computador e nem a da cabeceira da cama. Se ficarem arrumadinhas demais ficam muito sérias.. sisudas... e aí vira uma loucura porque não encontro nado daquilo que procuro... nem um marcador... nem aquele recadinho que deixei pra mim mesma. Lá no trabalho não é diferente, parece mais um balcão de quitanda.

Estou tentando organizar as minhas fotos do computador... loucura total... não sei em qual pasta guardei tal foto e qual título foi usado. Tentei o Picasa pra melhor me orientar.. ahhhhh, só piorou. Baixo uma foto no Explorer e depois quando abro o Picasa ela, automaticamente é lançada lá e depois volta pro Explorer e depois se repete no Picasa.... aí já são duas imagens... sei, sei... eu é que não sei usar.

sábado, 11 de abril de 2009

Feliz Páscoa

Feliz Páscoa!
PÁSCOA É RENOVAÇÃO
Páscoa, tempo de renovação,
De mudanças, de reciclar, de se transformar.
Páscoa, passagem para uma nova vida.
Novos posicionamentos,
Novas concepções de mundo.
Páscoa, tempo de deixar morrer o que envenena.
O que causa dor, o que só traz tristeza,
O que temos de pior dentro de nós.
Páscoa, tempo de buscar o AMOR,
De recordar a BONDADE,
De cultivar COMPREENSÃO.
Que essa Páscoa marque para TODOS nós um novo começo,
Com mais gentileza e mais amor, com mais carinho por quem nos rodeia,
Com mais compreensão e mais afeto, com menos discórdia e mais entendimento,
Com mais doçura, com mais amizade e mais tolerância, com mais caridade e com menos amargura.
Que possamos enxergar a nós mesmos no outro, e possamos tratá-lo como queremos ser tratados.
Que possamos compreender que NINGUÉM é perfeito, nem nós mesmos, e que não podemos exigir aquilo que não somos.
Que tenhamos o coração generoso e empatia com o sofrimento alheio.Que saibamos a hora de falar, e também a hora de calar. Que possamos abrir o coração para o maior ensinamento de todos: AMAR AO PRÓXIMO COMO A SI MESMO.
texto de Claudia Porto